Ser politicamente incorreto
Janeiro 2012
Eu sei que politicamente sou um estúpido, mas estúpido no verdadeiro acesso da palavra. E isto porquê?
Ora vejamos o "pastel de nata" internacionalizado — ganda ideia dum ministro que ainda não percebeu que tem que ter um discurso coerente para fazer parar de rir o maralhal!
Vai daí uma cambada de gajos um pouco mais estúpidos que eu, alguns deles do PS, o grande refúgio dos maiores estúpidos residentes em Portugal e que ainda não emigraram, nem conseguem imigrar, desatam a mandar postas de pescada ainda mais incoerentes que o outro.
Ser politicamente estúpido é um atributo que não dispenso. Permite falar sem estar sujeito a tabus. Mas aos políticos estupidamente políticos já não.
Mas continuemos no raciocínio que me levou até aqui. O Ministro canadiana veio envolto numa aura de competência e isento de falhas que augurava uma rectidão infalível.
Ao primeiro contacto com a comunicação social — uns abutres, mas é o que temos — borrou a pintura. Depois foi um rol de barbaridades em que pelo meio se convenceu que meia hora de trabalho a mais diariamente teria algum resultado prático.
Redundou num pastel de nata mal colocado no mercado e de uma forma que o revela na sua magnânima incompetência e inaptidão para ocupar o lugar de ministro da economia, a "partitura" que nos poderia pôr a cantar de alto.
Antônio Guimarães
António Guimarães