Se fosse o meu Avô diria: "CABRANAGEM"
28 de Janeiro de 2009

A política tem coisas tão estúpidas e ignóbeis que, por vezes, quando estamos a ouvir um político, mais parece que estamos num curral de porcos a tentar limpar a merda que eles fizeram. Poder-se-á dizer que é um exagero o que estou dizendo e que nem sempre as coisas se assemelham a esse ponto, mas ao vermos a promiscuidade que existe entre a falência do sistema financeiro mundial, os políticos e a forma como eles tentam tapar a merda que lá abunda, apetece-me dizer que sou filho de brandos costumes e de ditos ténues e pouco agressivos.
Ontem ouvi com agrado o Dias Loureiro e o sentimento de agrado deu-se porque estava, a cada palavra dele, constatando que a um político tudo é permitido: até mentir perante os representantes do povo, até, talvez, perante um espelho. É preciso não ter mesmo uma pinga de vergonha na cara, ser administrador de um banco e não ter conhecimento dos meandros daquele negócio.
Aldrabão!
António Guimarães